17 de dezembro de 2008
Poodle cadente mata três
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Esta tive de compartilhar com os colegas de redação, que curtiram a suposta notícia. Diz que o fato se deu na Argentina, há alguns meses, e que teria sido publicada em importante jornal de lá. Até acredito, pois vindo da Argentina tudo é possível.
Um poodle chamado Cachi, que caiu de uma varanda no 13º andar, causou três mortes na Argentina.
O cão caiu sobre Marta Espina, de 75 anos, e ambos morreram instantaneamente. Edith Sola, de 46, se distraiu com a visão do animal cadente enquanto atravessava a rua e acabou morrendo atropelada por um ônibus. Um homem ainda não identificado que presenciou a terrível cena sofreu um ataque cardíaco, e também morreu.
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Esta tive de compartilhar com os colegas de redação, que curtiram a suposta notícia. Diz que o fato se deu na Argentina, há alguns meses, e que teria sido publicada em importante jornal de lá. Até acredito, pois vindo da Argentina tudo é possível.
Um poodle chamado Cachi, que caiu de uma varanda no 13º andar, causou três mortes na Argentina.
O cão caiu sobre Marta Espina, de 75 anos, e ambos morreram instantaneamente. Edith Sola, de 46, se distraiu com a visão do animal cadente enquanto atravessava a rua e acabou morrendo atropelada por um ônibus. Um homem ainda não identificado que presenciou a terrível cena sofreu um ataque cardíaco, e também morreu.
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13 de dezembro de 2008
Agora, 1h da madrugada
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Pode um jornalista ter as postagens de seu blog supervisionadas, em tempos de liberdade de expressão e de imprensa, em tempos em que a censura da ditadura existe apenas na memória de quem viveu aquela triste época?
É o registro de uma indagação que me veio à mente, nesta sexta-feira. Faço essa postagem do mesmo local de todas as outras, em minha casa, em minha mesa, em meu notebook, no território onde sou empregado e sou patrão, bebendo um café com leite numa caneca de porcelana, de olho no computador, mas com os ouvidos atentos no Programa do JÔ.
Sozinho. Bem por isso, a redação (repleta de mentes pensantes) me faz tão bem. Vou preparar mais um café!
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Pode um jornalista ter as postagens de seu blog supervisionadas, em tempos de liberdade de expressão e de imprensa, em tempos em que a censura da ditadura existe apenas na memória de quem viveu aquela triste época?
É o registro de uma indagação que me veio à mente, nesta sexta-feira. Faço essa postagem do mesmo local de todas as outras, em minha casa, em minha mesa, em meu notebook, no território onde sou empregado e sou patrão, bebendo um café com leite numa caneca de porcelana, de olho no computador, mas com os ouvidos atentos no Programa do JÔ.
Sozinho. Bem por isso, a redação (repleta de mentes pensantes) me faz tão bem. Vou preparar mais um café!
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11 de dezembro de 2008
(Não) parem as máquinas!
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Tem coisa mais bonita num jornal impresso do que uma rotativa em pleno 'vapor'? Na minha opinião, com exceção feita a algumas colegas de redação, não tem.
Tenho o ambiente de redação como minha segunda casa, aliás, às vezes sinto-me mais em casa na redação do que em minha própria casa, sozinho. E tem dias que, embora o ritmo puxado de trabalho, do estresse de produzir contra o relógio e com o chefe te lembrando do infame dead line, termino o expediente e ainda passo um algum tempo na redação.
Esta quinta-feira (11) foi assim. Iniciei a jornada no início da tarde e, às 18 horas, corri para a Câmara Municipal, na companhia do fotógrafo Ricardo Lopes, cobrir a última sessão ordinária do ano. Voltaria com a manchete de capa, mas a vereadora Edith Dias (PP) propôs o adiamento da votação, por uma sessão, do projeto de lei que aprova a cobrança da taxa de tratamento de lixo e, aí, nada de capa.
Terminei o trabalho e fui ficando, organizei minha mesa até ser informado de que os primeiros exemplares da edição do dia seguinte estavam saindo do "forno", ou melhor, da rotativa. Fui à gráfica apanhar um exemplar, fresquinho, daqueles que por pouca coisa suja os dedos de tinta. Admirei por um instante a rotativa em ação e a velocidade com o qual o jornal ganha vida, sem uma única letra borrada.
Lembrei-me dos filmes que assisti, nos tempos da faculdade, das cenas em que o editor-chefe deixava apressado a redação rumo à gráfica, gritando: "parem as máquinas, parem as máquinas". Nunca vi isso ocorrer na vida real, mas hoje, mais uma vez, tive em minhas mãos uma edição virgem de jornal. A sensação (ao menos para um jornalista) é prazerosa, podem crer.
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Tem coisa mais bonita num jornal impresso do que uma rotativa em pleno 'vapor'? Na minha opinião, com exceção feita a algumas colegas de redação, não tem.
Tenho o ambiente de redação como minha segunda casa, aliás, às vezes sinto-me mais em casa na redação do que em minha própria casa, sozinho. E tem dias que, embora o ritmo puxado de trabalho, do estresse de produzir contra o relógio e com o chefe te lembrando do infame dead line, termino o expediente e ainda passo um algum tempo na redação.
Esta quinta-feira (11) foi assim. Iniciei a jornada no início da tarde e, às 18 horas, corri para a Câmara Municipal, na companhia do fotógrafo Ricardo Lopes, cobrir a última sessão ordinária do ano. Voltaria com a manchete de capa, mas a vereadora Edith Dias (PP) propôs o adiamento da votação, por uma sessão, do projeto de lei que aprova a cobrança da taxa de tratamento de lixo e, aí, nada de capa.
Terminei o trabalho e fui ficando, organizei minha mesa até ser informado de que os primeiros exemplares da edição do dia seguinte estavam saindo do "forno", ou melhor, da rotativa. Fui à gráfica apanhar um exemplar, fresquinho, daqueles que por pouca coisa suja os dedos de tinta. Admirei por um instante a rotativa em ação e a velocidade com o qual o jornal ganha vida, sem uma única letra borrada.
Lembrei-me dos filmes que assisti, nos tempos da faculdade, das cenas em que o editor-chefe deixava apressado a redação rumo à gráfica, gritando: "parem as máquinas, parem as máquinas". Nunca vi isso ocorrer na vida real, mas hoje, mais uma vez, tive em minhas mãos uma edição virgem de jornal. A sensação (ao menos para um jornalista) é prazerosa, podem crer.
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9 de dezembro de 2008
O anjo que virou demo
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A Bíblia fala, no livro de Gênesis, sobre a criação da Terra. Talvez por falta de espaço, talvez por sigilo divino, ou ainda pela falta de papel e caneta naqueles tempos, o livro sagrado não traz detalhes pormenores sobre como tudo começou. Aí, como sempre, há alguém com uma teoria nova sobre o início da humanidade.
Considerando o que ficou "em off", na minha versão, a história foi mais ou menos assim. No princípio, Deus criou os céus e a Terra. Depois, trabalhou na fabricação de uma variedade incrível de seres, todos irracionais, para enriquecer a Sua criação.
O Altíssimo percebeu, no decorrer da semana, que a invenção só ficaria legal se nela existisse alguém que fosse sua imagem e semelhança, que fosse inteligente, forte, decidido, valente, trabalhador e que jamais trocasse futebol por novela. Para encurtar a história, era o que faltava para a criação do homem. A obra-prima da fabulosa invenção recebeu o nome de Adão.
Uma das primeiras atribuições de Adão foi a de chefe de cartório do Éden. Ele tinha total autoridade para nomear os outros animais da época. Era um trabalho cansativo, mas a falta de ter com quem conversar – e de fazer outras coisas – fez de Adão um sujeito estressado. Nem os comprimidos diários de ginseng estavam resolvendo o problema.
Bem no dia em que Adão havia decidido que o animal pescoçudo se chamaria girafa e que o mais temido deles teria o nome de leão, Deus resolveu acrescentar algo à criação. Quando Adão adormeceu, logo após comer carne de carneiro ao molho madeira, Deus investiu na criação da mulher. "Acho que uma costela será o suficiente", pensou o Autor da Vida. Hoje é fato que talvez fossem necessárias bem mais do que uma mera costela.
Não há dúvidas, porém, de que Deus acertou em cheio no quesito beleza. Por pressuposto, deve ter exclamado após concluir a obra: "nossa, ficou bem mais bonito que o homem". Um detalhe, o ingrediente usado na fabricação de pêlos estava em falta, graças a Deus. Eva era loira natural, tinha a cintura bem definida e peso de acordo com sua altura: 1,70m. A cor dos olhos: azuis, claro.
Sempre perfeito, Deus gastava boa parte de seu tempo cuidando da Terra, de todos os seres vivos, mais precisamente de Adão e Eva. Os dois já pensavam em ter filhos, mas não sabiam como fazê-los, embora assistissem à reprodução dos demais animalzinhos – o namoro do cavalo e da égua, inclusive, era o que mais despertava a atenção dos filhos de Deus.
Enquanto Deus se preocupava com seus projetos aqui em baixo, ou melhor, no planeta azul, nos céus um sujeito chamado Lúcifer protestava por mais poder. O Diabo, com era chamado por seus amigos de infância, queria ser "o cara" e pensava que poderia ser mais "o cara" do que o próprio Todo Poderoso. Pensou até em ser presidente dos céus, o que era impossível para um anjo.
Deus, em sua eterna bondade, simplesmente repreendeu Lúcifer. Nada de castigo, como ter de ficar de joelhos sobre um monte de milho no canto da sala, apenas um pequeno puxãozinho de orelha. Entretanto, Lúcifer não sossegou. Ganancioso, ambicioso, vaidoso e teimoso – alemão nenhum era tão teimoso quanto ele –, Lúcifer não aceitava o fato de que nunca poderia ser o "Todo Poderoso".
Esquerdista, como sempre, Lú logo criou um partido político, que registrou como PUM (Partido Ultra Maligno). Reuniu consigo anjos que apostavam na força da oposição e, em poucas horas divinas, deu início a invasões de nuvens de diamantes, a panelaços em frente ao rio divino e cristalino, a pichações no trono dourado, coisas do tipo.
Deus, sempre ponderado e justo em suas decisões, refletindo sobre os acontecimentos, pensou ser melhor abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias contra seu mais belo anjo. Vale ressaltar que o nada modesto Lúcifer havia ganhado 203 edições consecutivas do Mister Heaven, até perder o último concurso para o anjo Gabriel, fato que causou o maior quebra-quebra e resultou no cancelamento do evento por 10 mil anos. Deus não estava nada satisfeito com as atitudes de Lú. Já o havia proibido de consumir energéticos e de ingerir bebidas alcoólicas, mas o cidadão não tomava jeito.
Um atentado promovido por Lúcifer contra Miguel, comandante da T.O.P.E (Tropas Ostensivas de Patrulha Eterna), foi a gota d’água. Era o que faltava para dar prosseguimento à CPI. Deus – que por ser onipotente, onipresente e onisciente não tinha dúvidas da autoria do atentado a bomba – queria apenas colocar o preto no branco, comprovar a todos que o Diabo era o culpado e que merecia ser punido.
O caso chegou ao fim depois de alguns dias celestiais. Um DVD bastante comprometedor, encaminhado à Justiça Divina por anônimo, foi apresentada como prova principal pela Promotoria Celestial, permitindo assim o fim das investigações. Nas imagens, Lúcifer, “mamado” depois de algumas caipirinhas, aparecia espancando dois serafins e cinco arcanjos ao mesmo tempo – anjos que queriam impedi-lo de seguir com os planos do atentado. A gravação tinha baixa resolução, mas as imagens eram nítidas e com bom áudio, o que dificultou o trabalho dos advogados de defesa, partidários do Diabo.
Enfim, o julgamento veio para trazer novamente a paz eterna. Durante o juízo divino, Lúcifer chegou a pegar fogo de raiva. Seus advogados de defesa fizeram o possível para tentar livrar a cara do cliente-demo, mentiram bastante inclusive. Contudo, as alegações da defesa não foram suficientes. O Diabo foi condenado a ser expulso dos céus, sem direito a recorrer. Todos os seus partidários, cúmplices, foram enquadrados com igual sentença.
Toda a cambada de Lúcifer perdeu o título de anjo, tornando-se demônios exilados no mundo de Adão. Não demorou muito e Lú se fantasiou de serpente para incentivar Eva a mordiscar uma jaca – alguns defendem que se tratava de uma maçã, mas boto fé que era uma jaca. O resultado disso foi o pecado original, um assunto para ser tratado em outra ocasião.
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A Bíblia fala, no livro de Gênesis, sobre a criação da Terra. Talvez por falta de espaço, talvez por sigilo divino, ou ainda pela falta de papel e caneta naqueles tempos, o livro sagrado não traz detalhes pormenores sobre como tudo começou. Aí, como sempre, há alguém com uma teoria nova sobre o início da humanidade.
Considerando o que ficou "em off", na minha versão, a história foi mais ou menos assim. No princípio, Deus criou os céus e a Terra. Depois, trabalhou na fabricação de uma variedade incrível de seres, todos irracionais, para enriquecer a Sua criação.
O Altíssimo percebeu, no decorrer da semana, que a invenção só ficaria legal se nela existisse alguém que fosse sua imagem e semelhança, que fosse inteligente, forte, decidido, valente, trabalhador e que jamais trocasse futebol por novela. Para encurtar a história, era o que faltava para a criação do homem. A obra-prima da fabulosa invenção recebeu o nome de Adão.
Uma das primeiras atribuições de Adão foi a de chefe de cartório do Éden. Ele tinha total autoridade para nomear os outros animais da época. Era um trabalho cansativo, mas a falta de ter com quem conversar – e de fazer outras coisas – fez de Adão um sujeito estressado. Nem os comprimidos diários de ginseng estavam resolvendo o problema.
Bem no dia em que Adão havia decidido que o animal pescoçudo se chamaria girafa e que o mais temido deles teria o nome de leão, Deus resolveu acrescentar algo à criação. Quando Adão adormeceu, logo após comer carne de carneiro ao molho madeira, Deus investiu na criação da mulher. "Acho que uma costela será o suficiente", pensou o Autor da Vida. Hoje é fato que talvez fossem necessárias bem mais do que uma mera costela.
Não há dúvidas, porém, de que Deus acertou em cheio no quesito beleza. Por pressuposto, deve ter exclamado após concluir a obra: "nossa, ficou bem mais bonito que o homem". Um detalhe, o ingrediente usado na fabricação de pêlos estava em falta, graças a Deus. Eva era loira natural, tinha a cintura bem definida e peso de acordo com sua altura: 1,70m. A cor dos olhos: azuis, claro.
Sempre perfeito, Deus gastava boa parte de seu tempo cuidando da Terra, de todos os seres vivos, mais precisamente de Adão e Eva. Os dois já pensavam em ter filhos, mas não sabiam como fazê-los, embora assistissem à reprodução dos demais animalzinhos – o namoro do cavalo e da égua, inclusive, era o que mais despertava a atenção dos filhos de Deus.
Enquanto Deus se preocupava com seus projetos aqui em baixo, ou melhor, no planeta azul, nos céus um sujeito chamado Lúcifer protestava por mais poder. O Diabo, com era chamado por seus amigos de infância, queria ser "o cara" e pensava que poderia ser mais "o cara" do que o próprio Todo Poderoso. Pensou até em ser presidente dos céus, o que era impossível para um anjo.
Deus, em sua eterna bondade, simplesmente repreendeu Lúcifer. Nada de castigo, como ter de ficar de joelhos sobre um monte de milho no canto da sala, apenas um pequeno puxãozinho de orelha. Entretanto, Lúcifer não sossegou. Ganancioso, ambicioso, vaidoso e teimoso – alemão nenhum era tão teimoso quanto ele –, Lúcifer não aceitava o fato de que nunca poderia ser o "Todo Poderoso".
Esquerdista, como sempre, Lú logo criou um partido político, que registrou como PUM (Partido Ultra Maligno). Reuniu consigo anjos que apostavam na força da oposição e, em poucas horas divinas, deu início a invasões de nuvens de diamantes, a panelaços em frente ao rio divino e cristalino, a pichações no trono dourado, coisas do tipo.
Deus, sempre ponderado e justo em suas decisões, refletindo sobre os acontecimentos, pensou ser melhor abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias contra seu mais belo anjo. Vale ressaltar que o nada modesto Lúcifer havia ganhado 203 edições consecutivas do Mister Heaven, até perder o último concurso para o anjo Gabriel, fato que causou o maior quebra-quebra e resultou no cancelamento do evento por 10 mil anos. Deus não estava nada satisfeito com as atitudes de Lú. Já o havia proibido de consumir energéticos e de ingerir bebidas alcoólicas, mas o cidadão não tomava jeito.
Um atentado promovido por Lúcifer contra Miguel, comandante da T.O.P.E (Tropas Ostensivas de Patrulha Eterna), foi a gota d’água. Era o que faltava para dar prosseguimento à CPI. Deus – que por ser onipotente, onipresente e onisciente não tinha dúvidas da autoria do atentado a bomba – queria apenas colocar o preto no branco, comprovar a todos que o Diabo era o culpado e que merecia ser punido.
O caso chegou ao fim depois de alguns dias celestiais. Um DVD bastante comprometedor, encaminhado à Justiça Divina por anônimo, foi apresentada como prova principal pela Promotoria Celestial, permitindo assim o fim das investigações. Nas imagens, Lúcifer, “mamado” depois de algumas caipirinhas, aparecia espancando dois serafins e cinco arcanjos ao mesmo tempo – anjos que queriam impedi-lo de seguir com os planos do atentado. A gravação tinha baixa resolução, mas as imagens eram nítidas e com bom áudio, o que dificultou o trabalho dos advogados de defesa, partidários do Diabo.
Enfim, o julgamento veio para trazer novamente a paz eterna. Durante o juízo divino, Lúcifer chegou a pegar fogo de raiva. Seus advogados de defesa fizeram o possível para tentar livrar a cara do cliente-demo, mentiram bastante inclusive. Contudo, as alegações da defesa não foram suficientes. O Diabo foi condenado a ser expulso dos céus, sem direito a recorrer. Todos os seus partidários, cúmplices, foram enquadrados com igual sentença.
Toda a cambada de Lúcifer perdeu o título de anjo, tornando-se demônios exilados no mundo de Adão. Não demorou muito e Lú se fantasiou de serpente para incentivar Eva a mordiscar uma jaca – alguns defendem que se tratava de uma maçã, mas boto fé que era uma jaca. O resultado disso foi o pecado original, um assunto para ser tratado em outra ocasião.
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3 de dezembro de 2008
A alma do negócio
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"A propaganda é a alma do negócio". É difícil encontrar alguém que ainda não tenha ouvido essa expressão. Mas será que é mesmo? Bom, por via das dúvidas e com exceção do fabricante da 'milagrosa' pomada Minancora, ninguém ousa deixar a propaganda de lado.
Mesmo quem vende pela internet produtos, idéias e serviços investe pesado em anúncios. Em alguns casos, o 'pesado' significa gastar uma boa grana com a divulgação do negócio. Em outras situações 'pesado' quer dizer que o responsável pela propaganda pegou pesado literalmente, ferindo de morte o estômago do cliente. No clássico popular: "viajou na maionese".
Buscando sugestões de pauta para o jornal onde trabalho, acabei lendo sobre as possibilidades de ganhar dinheiro na grande rede virtual. Há mecanismos sérios, como o Adsense do Google, mas há muita pilantragem. Num site qualquer, que prefiro não passar o link, deparei-me com o esforço de um cidadão na venda de um daqueles (duvidosos) negócios em que a pessoa não precisa sair de casa para ganhar dinheiro.
Conheçam a "alma do negócio":
"
BENEFÍCIOS DE GANHAR NA INTERNET
* Um belo dia você vai dar um chute na bunda do seu chefe.
* Você terá tempo livre, irá se divertir, irá viver a vida, visitar amigos, tomar um café no vizinho, tirar um dia de lazer, fazer exercícios, enfim, fazer o que quiser, enquanto seus negócios não param de trabalhar para você 24 h ao dia, 7 dias por semana.
* Se você namora, terá mais tempo para ficar com quem mais ama.
* Poderá prover de liberdade total sobre todas as coisas. Pergunte a alguém que teve sucesso na internet, se a vida não é uma beleza?
* Poderá viajar quando quiser, conhecer as maravilhas desse universo.
"
O sujeito lembrou até do cafezinho no vizinho. Um ás da propaganda! Detalhe, no "mundo cão" da internet, até a antiguíssima Minancora tem site!
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"A propaganda é a alma do negócio". É difícil encontrar alguém que ainda não tenha ouvido essa expressão. Mas será que é mesmo? Bom, por via das dúvidas e com exceção do fabricante da 'milagrosa' pomada Minancora, ninguém ousa deixar a propaganda de lado.
Mesmo quem vende pela internet produtos, idéias e serviços investe pesado em anúncios. Em alguns casos, o 'pesado' significa gastar uma boa grana com a divulgação do negócio. Em outras situações 'pesado' quer dizer que o responsável pela propaganda pegou pesado literalmente, ferindo de morte o estômago do cliente. No clássico popular: "viajou na maionese".
Buscando sugestões de pauta para o jornal onde trabalho, acabei lendo sobre as possibilidades de ganhar dinheiro na grande rede virtual. Há mecanismos sérios, como o Adsense do Google, mas há muita pilantragem. Num site qualquer, que prefiro não passar o link, deparei-me com o esforço de um cidadão na venda de um daqueles (duvidosos) negócios em que a pessoa não precisa sair de casa para ganhar dinheiro.
Conheçam a "alma do negócio":
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BENEFÍCIOS DE GANHAR NA INTERNET
* Um belo dia você vai dar um chute na bunda do seu chefe.
* Você terá tempo livre, irá se divertir, irá viver a vida, visitar amigos, tomar um café no vizinho, tirar um dia de lazer, fazer exercícios, enfim, fazer o que quiser, enquanto seus negócios não param de trabalhar para você 24 h ao dia, 7 dias por semana.
* Se você namora, terá mais tempo para ficar com quem mais ama.
* Poderá prover de liberdade total sobre todas as coisas. Pergunte a alguém que teve sucesso na internet, se a vida não é uma beleza?
* Poderá viajar quando quiser, conhecer as maravilhas desse universo.
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O sujeito lembrou até do cafezinho no vizinho. Um ás da propaganda! Detalhe, no "mundo cão" da internet, até a antiguíssima Minancora tem site!
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Esperando alguém especial
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Cresci em Pato Branco, onde ainda vive a maioria de meus familiares, mas precisei morar fora do Estado e também do País para, hoje, perceber que meu lugar é o Paraná. E Maringá teve papel fundamental nessa (re)descoberta. Tem muitos problemas para resolver - que município brasileiro não tem -, mas é para mim a cidade mais bela do Paraná.
Quando cursava o 2º grau no Cefet de Pato Branco, ouvia meu irmão do meio falar que gostaria de morar em Maringá, sentença repetida por ele dezenas de vezes. Suspeito que ele tenha, no passado, conhecido uma das incontáveis belas maringaenses e aí cismou que moraria por aqui. Contudo, foi o sortudo aqui quem teve o prazer de parar nessa encantadora cidade.
Como sei que meu irmão ainda mantém certa admiração por Maringá, e querendo que ele venha me visitar antes do final do ano, resolvi apelar. Aí, nada melhor que uma imagem da Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, enfeitada como de costume para o natal, para trazê-lo a Maringá.
Só espero que ele veja essa postagem. A bela foto é do colega de redação Rafael Silva, um fotógrafo meio pirado, porém, muito gente boa.
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Cresci em Pato Branco, onde ainda vive a maioria de meus familiares, mas precisei morar fora do Estado e também do País para, hoje, perceber que meu lugar é o Paraná. E Maringá teve papel fundamental nessa (re)descoberta. Tem muitos problemas para resolver - que município brasileiro não tem -, mas é para mim a cidade mais bela do Paraná.
Quando cursava o 2º grau no Cefet de Pato Branco, ouvia meu irmão do meio falar que gostaria de morar em Maringá, sentença repetida por ele dezenas de vezes. Suspeito que ele tenha, no passado, conhecido uma das incontáveis belas maringaenses e aí cismou que moraria por aqui. Contudo, foi o sortudo aqui quem teve o prazer de parar nessa encantadora cidade.
Como sei que meu irmão ainda mantém certa admiração por Maringá, e querendo que ele venha me visitar antes do final do ano, resolvi apelar. Aí, nada melhor que uma imagem da Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, enfeitada como de costume para o natal, para trazê-lo a Maringá.
Só espero que ele veja essa postagem. A bela foto é do colega de redação Rafael Silva, um fotógrafo meio pirado, porém, muito gente boa.
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2 de dezembro de 2008
Deu em O Diário
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Na postagem uma reportagem e um colega para não se esquecer jamais, a matéria em Cambé se deu em 11 de julho de 2007, com manchete de capa na edição dia seguinte, em O Diário.
O relato do trágico acidente saiu na página A6. No box 'parentes tomados pela emoção', foto de Henri Jr.
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Na postagem uma reportagem e um colega para não se esquecer jamais, a matéria em Cambé se deu em 11 de julho de 2007, com manchete de capa na edição dia seguinte, em O Diário.
O relato do trágico acidente saiu na página A6. No box 'parentes tomados pela emoção', foto de Henri Jr.
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