16 de março de 2018

"Orfeu e Violeta" entre os mais vendidos

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COMPRE AQUI
Primeiro livro do jornalista autor deste blog, "Orfeu e Violeta: E outras histórias lá de Pato Branco" superou todas as expectativas em seu lançamento. E superar expectativas quando se trata de venda de livros é algo quase tão difícil quanto ganhar na loteria.

O livro digital, com 24 crônicas ambientadas em Pato Branco, chegou a liderar o ranking de e-books mais vendidos pela Amazon, na categoria crônicas. Considerando apenas os lançamentos, permanece como best-seller nessa categoria desde segunda-feira (12).

Parte da façanha se deve à ampla divulgação nas redes sociais, com amigos compartilhando a novidade, e com o ótimo destaque dado por veículos de comunicação. Clique nos links para ver as reportagens que já foram publicadas:

O destaque alcançado pelo livro, já em sua primeira semana após o lançamento, só foi possível graças a esse apoio na divulgação de "Orfeu e Violeta". Por isso, preciso reforçar o agradecimento aos amigos que prestigiaram e apoiaram a publicação.

"Orfeu e Violeta" no Diário do Sudoeste, de Pato Branco (PR),
jornal onde o autor iniciou sua carreira como jornalista


COMO LER?
O livro é baixado diretamente no Kindle do comprador ao preço de apenas dois cafezinhos, com venda exclusiva pela Amazon

Contudo, a venda não se limita aos proprietários do leitor de livros digitais da Amazon. É possível ler o e-book em qualquer smartphone, em tablets e no PC.

Para ler "Orfeu e Violeta" no celular ou tablet, basta baixar o aplicativo Kindle (gratuito) na App Store, Google Play ou Windows Store, dependendo do seu aparelho. Para acessar o aplicativo, basta digitar o mesmo login e senha usado para a compra do livro na Amazon.

No PC é ainda mais fácil, porque não é preciso baixar nada. Conectado à internet, acesse o site ler.amazon.com.br para ler "Orfeu e Violeta" que você já comprou. Usando o mesmo login e senha de sua conta da Amazon, o livro aparecerá em sua biblioteca. 

Muito simples. Se ainda assim não conseguir, fale comigo (autor) pelo whats 47 99761-8505.


11 de outubro de 2014

Não ao "rouba, mas faz"

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Nunca fui adepto do "rouba, mas faz", expressão que lembra Maluf e outros fichas sujas. E nunca vou ser, apesar de críticas até de pessoas próximas, que discordam do meu posicionamento. Se sou honesto, tenho o direito de exigir isso da classe política.

Quem renova o mandato de governos corruptos não pode se dar ao luxo de ficar indignado com os altos impostos do Brasil; com a saúde precária; com brasileiros morrendo na fila por falta de atendimento e até de medicamentos; com o amigo que tem problema grave de saúde e leva meses para conseguir uma consulta médica; com a escola pública de péssima qualidade, que não serve para os filhos de senadores e deputados, por exemplo; com o filho que ficou sem merenda na escola porque alguém desviou recursos; com o salário (ou o que chamam de salário) dos professores; com o juiz que mandou soltar bandidos porque não tinha vaga no sistema carcerário; etc.

Quem dá um contrato assinado em branco (o voto) para que um governo corrupto continue no poder não pode se indignar com nada disso, porque toda a fortuna que é desviada para a conta de políticos ladrões, corruptos, e seus comparsas seria o suficiente para resolver todos esses problemas e outros que não listei. E se listasse, não caberiam num livro.

Político, corrupto ou não (a minoria), ama o voto mais do que qualquer coisa. Alguns, mais do que sua própria mãe. Político precisa do seu voto para ficar ou chegar ao poder. Se pararmos de votar em governos com escândalos de corrupção, se dermos o recado nas urnas de que não importa o que tenham feito de bom, se tiverem desviado dinheiro público não terão nosso voto; forçaremos os políticos a adotarem postura mais honesta conosco e com o dinheiro dos nossos impostos.

A política do "rouba, mas faz" tem de acabar, e isso só vai ocorrer com a renovação constante e sem piedade dos governantes e legisladores. Errar na escolha e eleger político que, mais tarde, mostra-se corrupto é humano. Errar de novo e manter um corrupto (ou alguém que não seja, mas parabeniza um colega de governo, corrupto, pelos "bons serviços prestados") no poder é burrice.

Tenhamos em mente que o que determinado governante faz por nós é obrigação, não um favor. E se o faz tirando proveito, direta ou indiretamente, de esquemas de corrupção, não merece nosso voto. Nós pagamos os políticos muito bem para que eles nos representem. São nossos empregados, pagos com nosso dinheiro. E empregados desonestos a gente demite por justa causa.

Se reciclagem é o caminho para um mundo sustentável, também o é para um sistema políticos mais honesto... ou menos nojento.
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Quem está na cola do LF